amanhecemos em tarifa, uns na barriga acolhedora da OphéliA, outros sob o tecido protetor da tenda. descemos do ponto alto e ventoso onde nos instaláramos na véspera, no breu de uma noite sem lua. mesmo a tempo do ferrie. entrámos em marrocos ainda não eram 11. eis-nos chegados ao início da viagem. tanger foi uma paragem curta. chás de menta para uns, sumos de laranja para outros e pouco mais. havia caminho a fazer. direção chefchaouen, pelas estradas de montanha do rif. OphéliA dona e senhora da estrada.
chefchaouen ao fim da tarde, explorando as ruas estreitas, os azuis, os sons, novos cheiros... e adormecer entre as paredes caiadas de azul.

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